A rigidez em uma forma métrica determina padrões.
A ditadura disto, nem sempre são razões.
Paralisa as vezes de ver o belo dos sonhos.
Um milimétrico pensar.
Que em espaços curtos, não existem mundos perfeitos.
*
O vencer almeja encaixes padronizados.
O ter neles o gozo das formas destinadas.
A desconfiança das situações, são faltas à contarem.
Os desejos em lindas formas, são experiências milenares acumuladas.
As faltas dão pesares, das incertezas.
*
Tuas coxas secas agora diante de mim.
O homem seco por trás de ti.
Mostram-me uma forma que se foi sem sonhos.
Faltam encaixes para muitos sonhos.
A beleza antes em ti residida.
Foi morar bem longe, em um mundo desmedido, que não tinhas.
*
Antes tarde do que nunca, o perceber.
Diante das tantas loucuras oferecidas.
O prazer não tem medidas.
A falante das naturezas humanas.
Não passa os tempos sem aprender.
A dureza dos padrões quando não se alcança.
Mesmo se negando, mata homens no desmedido sofrer.
*
Enfim, padrões as vezes são desrazões para quem não os tem.
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