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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Insumos tristes.

A rigidez em uma forma métrica determina padrões.

A ditadura disto, nem sempre são razões.

Paralisa as vezes de ver o belo dos sonhos.

Um milimétrico pensar.

Que em espaços curtos, não existem mundos perfeitos.

*

O vencer almeja encaixes padronizados.

O ter neles o gozo das formas destinadas.

A desconfiança das situações, são faltas à contarem.

Os desejos em lindas formas, são experiências milenares acumuladas.

As faltas dão pesares, das incertezas.

*

Tuas coxas secas agora diante de mim.

O homem seco por trás de ti.

Mostram-me uma forma que se foi sem sonhos.

Faltam encaixes para muitos sonhos.

A beleza antes em ti residida.

Foi morar bem longe, em um mundo desmedido, que não tinhas.

*

Antes tarde do que nunca, o perceber.

Diante das tantas loucuras oferecidas.

O prazer não tem medidas.

A falante das naturezas humanas.

Não passa os tempos sem aprender.

A dureza dos padrões quando não se alcança.

Mesmo se negando, mata homens no desmedido sofrer.

*

Enfim, padrões as vezes são desrazões para quem não os tem.

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