Sandra e Alessandro moravam em um edifício na Rua da Aurora, em Changrilá - fictícios esses lugares, para não identificar minha experiência a respeito desses fatos. Uma cidade do interior de meu Estado. Rafael morava desde que nasceu lá, Rafaela chegou havia pouco mais de dois meses, antes do desenrolar trágico de terem se conhecido. Melhor para os dois nunca terem se encontrado.
No primeiro domingo após a mudança, a garota resolveu tomar um banho na piscina, o dia estava lindo, na varanda do primeiro andar se via da piscina, um bem-te-vi, para coroar a linda cena, cantava alegremente. Parecia até que o cantar do passarinho era exclusivo para ela. Sandra trajava um biquine colorido e pequeno, como era de costume entre garotas de sua idade. Estava só, pois era muito cedo e os outros moradores na maioria ainda dormiam, ou não estavam dispostos a descer para aproveitar como ela esta manhã.
Alessandro morava no vigésimo andar. Acordou ,e como era seu costume, do seu quarto, olhou para baixo. Quis ver se tinha algum de seus amigos, aproveitando o dia. Quase sem querer, ao olhar num impulso para a piscina, viu Sandra. Ela tomava sol, numa cadeira. Sabia que tinham chegado novos moradores, mas não que tinha uma garota entre estes.
Tomou seu café, e desceu, curioso, para saber diante da visão que teve, e ter se sentido atraído por ela, algo mais sobre a garota. Se aproximou e falou com ela, se apresentou. Ela sentiu uma coisa estranha, como se sentisse uma força bem atraente no rapaz. Não conversaram muito, pois um amigo de Rafael o chamou para jogar futebol.
Após o encontro, no decorrer da semana, tanto um como outro ficaram ligados em pensamentos, mas não se viram. Como ainda estavam em aulas, e coincidentemente, estavam na semana de provas, não tiveram oportunidade, de se materializarem, e comprovarem, suas idéias românticas, à respeito do que sentiam. Alessandro estava concluindo o segundo grau, ela o primeiro. Não se viram, até porquê, guardavam a imagem um do outro em suas mentes, e ambos eram tímidos, não sabiam como se aproximarem.
Um dia ao pegar o elevador, ao chegar ao quinto andar, a porta se abre. Surgem Sandra e uma amiga, que iam tomar um sorvete. Alessandro, se atreveu a se convidar a ir também. Se conheceram melhor nesse passeio, Ele se disse - quando a amiga foi ao banheiro, não conseguir mais se controlar, Tinha o desejo de ter um momento a sós com ela. Ela de imediato aceitou, e lhe disse que ia ficar só em casa, que ele poderia ir no seu apartamento, para visitá-la.
Nesse dia, um de frente para o outro, sozinhos, não faltava mais nada, e aconteceu. O calor desse encontro, foi tanto, que, do beijo ao sofá, não havia espaço. Quase sem se conhecerem, tiveram relações, que deixariam marcas.
Se encontraram, sem suas famílias saberem, muitas vezes. Não queriam assumir o namoro. Após dois meses, do início do relacionamento, veio a tragédia inicial destas vidas quase infantis. Sandra deseperada, conta-lhe aos prantos, sem saber como resolver a situação, que estava há dois meses sem menstruar. E foi junto com sua amiga, à uma farmácia, fizeram um teste de gravidez, ela estava grávida.
Bom, isso na cabeça de uma menina já é demais, diante da rapidez dos acontecimentos. Mas o pior foi a frieza de Alessandro, ao receber esta notícia. Disse-lhe que diante dos seus sonhos e aspirações na vida, não queria se comprometer com ela, à este ponto, que ela abortasse, seria melhor para os dois.
Ela olhou para ele, viu seus olhos frios, entendeu tudo. Na cabeça dela, ele apenas tinha sentido desejos carnais, com ela enquanto ela o amara. Sentiu um frio imenso percorrer seu corpo, Estava morto dentro dela, o quê ela tinha depositado de bom nos seus sonhos. Um amor eterno acabou. Viu como nojento, todos os momentos que tinham sido maravilhosos , nela, entre os dois,
Sentiu a morte, lhe convidando à se fazer parceira. Enlouqueceu. Disse a ele que nunca mais o olharia, e que não se atrevesse à procurá-la de novo.

Subiu, passou quase uma hora na escada, pensando e sofrendo sozinha, antes de entrar no seu lar. Após toda esta confusão em sua mente, viu que não havia ninguém em casa. Foi a sala, olhou para baixo, viu Alessandro numa mesa, à beira da piscina, cercado de amigos e amigas bebendo e se divertindo, nem parecia que ela tinha lhe contado o que contou. Sentiu um ódio imenso percorrer todo o seu corpo, seu desespero multiplicou-se. Olhou para seu ventre, sentiu um calor enorme, prometeu, falando para si e para um bebê, que nem se percebia, pela barriga que ia se atirar.. O homem que lhe fez mal, ia ser testemunha do seu fracasso. Foi a varanda, olhou para baixo e começou a cair. Andar por andar. Alessandro ao escutar um barulho enorme, sem saber o que acontecera, perto, olhou. Não teve coragem de se aproximar, porquê, sentiu exatamente o que aconteceu. Preferiu fugir.
No primeiro domingo após a mudança, a garota resolveu tomar um banho na piscina, o dia estava lindo, na varanda do primeiro andar se via da piscina, um bem-te-vi, para coroar a linda cena, cantava alegremente. Parecia até que o cantar do passarinho era exclusivo para ela. Sandra trajava um biquine colorido e pequeno, como era de costume entre garotas de sua idade. Estava só, pois era muito cedo e os outros moradores na maioria ainda dormiam, ou não estavam dispostos a descer para aproveitar como ela esta manhã.
Alessandro morava no vigésimo andar. Acordou ,e como era seu costume, do seu quarto, olhou para baixo. Quis ver se tinha algum de seus amigos, aproveitando o dia. Quase sem querer, ao olhar num impulso para a piscina, viu Sandra. Ela tomava sol, numa cadeira. Sabia que tinham chegado novos moradores, mas não que tinha uma garota entre estes.
Tomou seu café, e desceu, curioso, para saber diante da visão que teve, e ter se sentido atraído por ela, algo mais sobre a garota. Se aproximou e falou com ela, se apresentou. Ela sentiu uma coisa estranha, como se sentisse uma força bem atraente no rapaz. Não conversaram muito, pois um amigo de Rafael o chamou para jogar futebol.
Após o encontro, no decorrer da semana, tanto um como outro ficaram ligados em pensamentos, mas não se viram. Como ainda estavam em aulas, e coincidentemente, estavam na semana de provas, não tiveram oportunidade, de se materializarem, e comprovarem, suas idéias românticas, à respeito do que sentiam. Alessandro estava concluindo o segundo grau, ela o primeiro. Não se viram, até porquê, guardavam a imagem um do outro em suas mentes, e ambos eram tímidos, não sabiam como se aproximarem.
Um dia ao pegar o elevador, ao chegar ao quinto andar, a porta se abre. Surgem Sandra e uma amiga, que iam tomar um sorvete. Alessandro, se atreveu a se convidar a ir também. Se conheceram melhor nesse passeio, Ele se disse - quando a amiga foi ao banheiro, não conseguir mais se controlar, Tinha o desejo de ter um momento a sós com ela. Ela de imediato aceitou, e lhe disse que ia ficar só em casa, que ele poderia ir no seu apartamento, para visitá-la.
Nesse dia, um de frente para o outro, sozinhos, não faltava mais nada, e aconteceu. O calor desse encontro, foi tanto, que, do beijo ao sofá, não havia espaço. Quase sem se conhecerem, tiveram relações, que deixariam marcas.
Se encontraram, sem suas famílias saberem, muitas vezes. Não queriam assumir o namoro. Após dois meses, do início do relacionamento, veio a tragédia inicial destas vidas quase infantis. Sandra deseperada, conta-lhe aos prantos, sem saber como resolver a situação, que estava há dois meses sem menstruar. E foi junto com sua amiga, à uma farmácia, fizeram um teste de gravidez, ela estava grávida.
Bom, isso na cabeça de uma menina já é demais, diante da rapidez dos acontecimentos. Mas o pior foi a frieza de Alessandro, ao receber esta notícia. Disse-lhe que diante dos seus sonhos e aspirações na vida, não queria se comprometer com ela, à este ponto, que ela abortasse, seria melhor para os dois.
Ela olhou para ele, viu seus olhos frios, entendeu tudo. Na cabeça dela, ele apenas tinha sentido desejos carnais, com ela enquanto ela o amara. Sentiu um frio imenso percorrer seu corpo, Estava morto dentro dela, o quê ela tinha depositado de bom nos seus sonhos. Um amor eterno acabou. Viu como nojento, todos os momentos que tinham sido maravilhosos , nela, entre os dois,
Sentiu a morte, lhe convidando à se fazer parceira. Enlouqueceu. Disse a ele que nunca mais o olharia, e que não se atrevesse à procurá-la de novo.
Subiu, passou quase uma hora na escada, pensando e sofrendo sozinha, antes de entrar no seu lar. Após toda esta confusão em sua mente, viu que não havia ninguém em casa. Foi a sala, olhou para baixo, viu Alessandro numa mesa, à beira da piscina, cercado de amigos e amigas bebendo e se divertindo, nem parecia que ela tinha lhe contado o que contou. Sentiu um ódio imenso percorrer todo o seu corpo, seu desespero multiplicou-se. Olhou para seu ventre, sentiu um calor enorme, prometeu, falando para si e para um bebê, que nem se percebia, pela barriga que ia se atirar.. O homem que lhe fez mal, ia ser testemunha do seu fracasso. Foi a varanda, olhou para baixo e começou a cair. Andar por andar. Alessandro ao escutar um barulho enorme, sem saber o que acontecera, perto, olhou. Não teve coragem de se aproximar, porquê, sentiu exatamente o que aconteceu. Preferiu fugir.
