A dita cuja parece uma flecha a me perseguir.
Olho a nos olhos, e nada vejo em importância para tal fato.
Será que ela não me respeita como chefe?
Outra vez ela novamente, estava agoniada, a me arrodear.
- Cara Noêmia, me deixe em paz, por favor, preciso de sossêgo para pensar.
Eu estava no meio de um texto muito importante, a professora havia me pedido para ajudar ela em uma pesquisa sobre, Aids.
Noêmia parecia perceber aquilo, e me atrapalhava de propósito. Tinha certeza disto.
- Meu chefe. Estou precisando de sua ajuda, lá no banheiro.
- Pôrra, Noêmia me dá um tempo. Que tem lá?
- Chefe, ta vazando água pela descarga, está esborrando tudo. Muita sujeira lá.
Aí me lembrei, que tinha feito umas necessidades intestinais. Apressado não coloquei o balde de água. A válvula estava quebrada. Dessa vez deve ter quebrado de vez a válvula.
Fui ajudar Noêmia.
Nossa, a desgraça estava feita.
Ah, se não fosse Noêmia, agora para me ajudar!
- Obrigado Noêmia pelo que você fez, você é um anjo – disse a ela, meio arrependido.
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