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domingo, 31 de maio de 2009

Domingo foi desse jeito

Oi, só videos, ok?

Um ...



Dois ... (se quiser pode pular esse, rsrs).



Eita, errei, era esse o outro, o seguinte:

Três ... ( continua ... )



Desculpa, mais foi bom, valeu.

Boa noite. Até !!!

Mary Jo e Sol, com Adolfo, no último verão

Um dia lindo, tudo perfeitinho, já eram nove horas.
Maria Joana, se descobriu, sozinha no seu quarto e levantou-se.
Abriu a janela, que não deixava a claridade do dia entrar, no seu quarto quando fechado, nessa situação ali para ela era sempre noite.
- Mãe, vou à praia, você quer ir também - disse ela a sua única companhia da casa, enquanto comia uma torrada com um copo de leite.
volei 1
- Vou não filha, pode ir, tenho uns trabalhos para fazer hoje.
Maria Joana estendeu sua canga na areia, e se virou de costas para se bronzear.
Sol estava tomando um refrigerante na barraca e de longe viu a amiga.
- Oi Jô, tudo legal? Está linda nesse biquine básico e mínimo, acho que está inaugurando hoje, mas, você tinha dito que não vinha hoje tomar banho de sol, que ia estudar - disse a amiga Sol.
Se sentou junto a Joana, tomando o resto do refri, e ficou olhando o pessoal na praia e no mar.
Adolfo chegou junto das duas, já fazia mais de uma hora que elas falavam abobrinhas, do fim de semana que tava acabando. Sentou do lado das garotas.
- Vamos dar uma voltinha na praia perto lá de casa meninas, está tendo um campeonato de volei de praia, uma etapa do nacional, deve tar bombando lá hoje - falou Adolfo.
Elas concordaram e se foram, já passava muito das onze da manhã.
Acabou o jogo. finzinho de tarde, foi tudo muito legal, a dupla vencedora foi a de Alagoas na final, os colegas não gostaram do resultado, estavam torcendo pela dupla local. Foi deixar as garotas em casa. Luau
- Bom gente, acabou o dia, foi bom demais, ter vocês como companhia. Próximo final de semana vou fazer uma festinha lá na casa de praia da minha família, quero contar com vocês lá. Já tenho pra lá de vinte colegas confirmados, muito som e brahma pra todo mundo, tudo na faixa. Relmente seria demais se vocês fossem - falava Adolfo no caminho.
Parou o carro na frente da casa de Jó, as meninas desceram ele esperou elas entrarem e se foi.

Adolfo passou o dia paquerando Sol, mas não rolou nada, as esperanças dele ficaram para o próximo fim-de-semana, claro, se suas amigunhas da praia forem à festa que ele convidou.
Jô sozinha no seu quarto escuro, passou um tempão pensando em Adolfo, antes de cair no sono, e acabou sonhando com a festa para que foi convidada, junto com sua amiga.


Memórias

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Alazado

Ia passando na Rui Carneiro quando um animal me chamou atenção, era Alazado, o cavalo azedado, como o chamavam.
Comecei a ficar íntimo dele, porque umas duas vezes ou mais por semana, o via comendo seu capinzinho no pé da barreira da subida do bairro.
Onde Alazado estava sempre? Dentro de uma casa de shows de uma assembleia religiosa.
Ele parecia ser velho, o pêlo era cheio de falhas, marrom e malhado, meio feinho, mas era bem gordinho. A abundância da vegetação proporcionava ao animal, dito cujo uma vida folgada.

Coisa boa, Alazado, não tinha do que reclamar, vida de cavalo nem sempre é ruim.
Pois é, o bicho podia ser feinho, velho, meio acabado pelo tempo, mas tinha uma saúde de ferro. Gordinho ele.
Nem todos nesta terra tem a sorte de Alazado, o cavalo azedado.
Toda vez que passo lá, olho para ver o bicho, nem sempre o vejo. Coisas do destino.
Valeu, até.