O natural na Terra é descer, não subir.
Negros não sobem, são duros.
Brancos sobem, são leves.
O problema do peso deve estar no invólucro, enrijecido pela vida, deixando marcas no couro.
A natureza tira a dignidade do branco e do preto. Nos bojos públicos ou privados.
As cinzas, depois da queima, ficam desbotadas, e desaparecem aos ventos, como por exemplo depois da queima do milho, no São João, enterrada a madeira no chão seco. Que acolhe outras coisitas mais.
Absorvente de corpos, pós-vidas. Produzindo um ambiente adequado a putrefação do luxo de ter sido gente.
O seco morre todo dia, o verde aparece, aos poucos, para não dizer do destino à todos, que não o notam.
Glória é ter ramos na cabeça, sendo de qual cor que seja.
Cumprem-se todas as regras, para ser vencedor, para vender em palavras a magia do super-homem, honesto, batalhador, herói.
Um ser deixou marcas, nem brancas, nem negras, passou e pagou o que os outros deviam.Cobram agora de quem metem a culpa pela sua morte. São podres capitalistas.
Outro caiu, levando, ou melhor, trazendo milhões de coisas novas consigo, e espalhando frutos nas feiras livres. Com seus soldados valentes e de poucas falas.
Pouco depois, muitos homens, se viraram em bichos, esperando serem borboletas do futuro, na fé. Arrancados da sua miséria natural e abundante, da qual não tinham domínio.
Chegaram num país distante, e só restava a eles a esperança de adorar os seus deuses, para não enlouquecerem pelo ódio, que a vida lhe deu de presente.
Problemas duram muito. Soluções são gozos, muitas vezes esquecidas pelo tempo.
Soluços são gazes nervosos, ou espasmos, de uma boca que deixou entrar muita coisa para o interior, as vezes pela ganãncia não pela fome.
Um prefeito que tivesse o domínio, diante da razão observada na humanidade que o rodeia, podia junto de tantos assessores, dar caminho a sujeira da minha praia.
Acho que a questão do sofrimento, não é comum as raças, quer sejam grupos maiores ou menores. A dor como a catinga termina acostumando o cabra valente.
Toda dor se grita, e as vezes até dá dinheiro, e poder.
Mas o que dizer da falta de dignidade de poluir um mundo gigantesco, como um mar.
A cor nesta hora não faz a menor diferença, eu acho, o problema é a poluição, que priva a todos do gozo de um banho salgado e quentinho perto de casa.
Dizem por aí que existe um troço, que poderia arranjar uma melhoria a este problema, uma engenhoca, que não permitiria que os cuneformes fecais abundassem em Manaíra, nosso mundo Tornando-o mais agradável.
Esse problema deve ser causado pela pobreza imensa, da falta dos recursos, e isso até agora não foi resolvido.
Bastaria comprar pre-moldados de concretos e armá-los, com máquinas e trabalhadores claro, e mandar a sujeira para bem longe, bem distante, mar adentro, para que a merda abundante não deixasse suas marcas nesse vizinho (que somos nós) do cartão postal, a famosa Tambau.
Negros não sobem, são duros.
Brancos sobem, são leves.
O problema do peso deve estar no invólucro, enrijecido pela vida, deixando marcas no couro.
A natureza tira a dignidade do branco e do preto. Nos bojos públicos ou privados.
As cinzas, depois da queima, ficam desbotadas, e desaparecem aos ventos, como por exemplo depois da queima do milho, no São João, enterrada a madeira no chão seco. Que acolhe outras coisitas mais.
Absorvente de corpos, pós-vidas. Produzindo um ambiente adequado a putrefação do luxo de ter sido gente.
O seco morre todo dia, o verde aparece, aos poucos, para não dizer do destino à todos, que não o notam.
Glória é ter ramos na cabeça, sendo de qual cor que seja.
Cumprem-se todas as regras, para ser vencedor, para vender em palavras a magia do super-homem, honesto, batalhador, herói.
Um ser deixou marcas, nem brancas, nem negras, passou e pagou o que os outros deviam.Cobram agora de quem metem a culpa pela sua morte. São podres capitalistas.
Outro caiu, levando, ou melhor, trazendo milhões de coisas novas consigo, e espalhando frutos nas feiras livres. Com seus soldados valentes e de poucas falas.
Pouco depois, muitos homens, se viraram em bichos, esperando serem borboletas do futuro, na fé. Arrancados da sua miséria natural e abundante, da qual não tinham domínio.
Chegaram num país distante, e só restava a eles a esperança de adorar os seus deuses, para não enlouquecerem pelo ódio, que a vida lhe deu de presente.
Problemas duram muito. Soluções são gozos, muitas vezes esquecidas pelo tempo.
Soluços são gazes nervosos, ou espasmos, de uma boca que deixou entrar muita coisa para o interior, as vezes pela ganãncia não pela fome.
Um prefeito que tivesse o domínio, diante da razão observada na humanidade que o rodeia, podia junto de tantos assessores, dar caminho a sujeira da minha praia.
Acho que a questão do sofrimento, não é comum as raças, quer sejam grupos maiores ou menores. A dor como a catinga termina acostumando o cabra valente.
Toda dor se grita, e as vezes até dá dinheiro, e poder.
Mas o que dizer da falta de dignidade de poluir um mundo gigantesco, como um mar.
A cor nesta hora não faz a menor diferença, eu acho, o problema é a poluição, que priva a todos do gozo de um banho salgado e quentinho perto de casa.
Dizem por aí que existe um troço, que poderia arranjar uma melhoria a este problema, uma engenhoca, que não permitiria que os cuneformes fecais abundassem em Manaíra, nosso mundo Tornando-o mais agradável.
Esse problema deve ser causado pela pobreza imensa, da falta dos recursos, e isso até agora não foi resolvido.
Bastaria comprar pre-moldados de concretos e armá-los, com máquinas e trabalhadores claro, e mandar a sujeira para bem longe, bem distante, mar adentro, para que a merda abundante não deixasse suas marcas nesse vizinho (que somos nós) do cartão postal, a famosa Tambau.
INTERVALO - MERDA (CAETANO VELOZO) OUÇA ( BASTA CLICAR NO LINK ) ...Download this MP3 - (Right Click)
Pode ser que eu esteja desinformado, desculpem-me a ignorãncia, talvez este sub-produto dos alimentos que ingerimos diversas vezes, esteja sendo elevado por alguma estação bombeadora, morro acima, e despejado em algum lugar, podre, sem ser na nossa linda praia e bairro.
Os engenheiros são pessoas inteligentes, eu acho, e as vezes assessores também.
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