Um acidente que observei, hoje no meio da manhã, fez -me ver, algumas coisas, interessantes. Para dizer a verdade, estávamos de onde eu começo a contar essa estória, à caminho. Ia ser um cruzamento difícil em nossas vidas, para todos nós.
Ìamos em um micro-onibus, alugado a uma empresa de turismo, de nossa cidade conhecer a Pedra da Boca. Éramos 18 pessoas, onze homes e sete mulheres. Rolava muito álcool, bebidas doces, azedas amargas, de todo jeito e sabores.
Pode-se perceber pelo enredo, que o clima era de festa total, prazeres totais. Dois grupos se fizeram na viagem. Èramos todos amigos. O menor, com duas moças e cinco rapazes, não ficava quieto. Os colegas que estavam comigo, no outro grupo, observávamos. Muitas gargalhadas, às alturas. As meninas menos expansivas riam à meio tom. Os homens pareciam querer excitá-las fazendo toda aquele barulho e bagunças.
De vez em quando uma das garotas, a mais novinha e também a mais sapeca, Sílvia, dava uns gritinhos, a outra ficava meio desconfortável. Notei. Eu ficava olhando, por que nós conversávamos discretamente, e tranqüilos, dava até umas pausas no papo para ver aquilo.
Pensei eu. O que será que as garotas estão sentindo ali? Os gritinhos pareciam ser de prazer. A outra, menina, não gostava muito, como eram muito amigas, mesmo constrangida, ficava sem jeito do lado dela. Encabulada.
Teve um momento que a bagunça estava de um jeito tal, que não apenas eu, mas todas as pessoas do meu lado silenciaram. Andréia tinha entrado também na confusão. Gritava, gargalhava, e de vez em quando dava uns pulinhos. Já não sabia se no destino, eles iam estar legais. Já tinham consumido muito álcool, haviam se passado cinco horas de nossa partida, às cinco da manhã.
Tinha uns minutos que estava caindo uma chuva torrencial. Neste momento, mal se via o caminho. Foi quando ouvimos u
m barulho enorme. Um caminhão cheio de estudantes, saiu da estrada e acertou em cheio uma pedra perto. So de ver a cena e o barulho já se dava para sentir o terror dos acontecimentos. Nossos colegas calaram-se em instantes, o enorme barulho que ouviram, pareciam ter os levado à outra realidade. Nosso motorista parou para ver se podia ajudar. Eu do meu celular, nervoso, liguei para pedir auxílio. Como não sabia ao certo a quem procurar ajuda, chamei o 190.
Presenciei, muitos gemidos e gritos de dor e susto. Não viamos ninguém desacordado. Quase todos estavam feridos, uns mais, outros menos. Poucos, apenas assustados, porém, engrossavam aquele coral tenebroso, ao qual presenciávamos.
Em pouco tempo chegou o socorro, a situação foi resolvida. Continuamos a seguir nosso rumo, após este cruzamento difícil em nossas vidas.
Ìamos em um micro-onibus, alugado a uma empresa de turismo, de nossa cidade conhecer a Pedra da Boca. Éramos 18 pessoas, onze homes e sete mulheres. Rolava muito álcool, bebidas doces, azedas amargas, de todo jeito e sabores.
Pode-se perceber pelo enredo, que o clima era de festa total, prazeres totais. Dois grupos se fizeram na viagem. Èramos todos amigos. O menor, com duas moças e cinco rapazes, não ficava quieto. Os colegas que estavam comigo, no outro grupo, observávamos. Muitas gargalhadas, às alturas. As meninas menos expansivas riam à meio tom. Os homens pareciam querer excitá-las fazendo toda aquele barulho e bagunças.
De vez em quando uma das garotas, a mais novinha e também a mais sapeca, Sílvia, dava uns gritinhos, a outra ficava meio desconfortável. Notei. Eu ficava olhando, por que nós conversávamos discretamente, e tranqüilos, dava até umas pausas no papo para ver aquilo.
Pensei eu. O que será que as garotas estão sentindo ali? Os gritinhos pareciam ser de prazer. A outra, menina, não gostava muito, como eram muito amigas, mesmo constrangida, ficava sem jeito do lado dela. Encabulada.
Teve um momento que a bagunça estava de um jeito tal, que não apenas eu, mas todas as pessoas do meu lado silenciaram. Andréia tinha entrado também na confusão. Gritava, gargalhava, e de vez em quando dava uns pulinhos. Já não sabia se no destino, eles iam estar legais. Já tinham consumido muito álcool, haviam se passado cinco horas de nossa partida, às cinco da manhã.
Tinha uns minutos que estava caindo uma chuva torrencial. Neste momento, mal se via o caminho. Foi quando ouvimos u
m barulho enorme. Um caminhão cheio de estudantes, saiu da estrada e acertou em cheio uma pedra perto. So de ver a cena e o barulho já se dava para sentir o terror dos acontecimentos. Nossos colegas calaram-se em instantes, o enorme barulho que ouviram, pareciam ter os levado à outra realidade. Nosso motorista parou para ver se podia ajudar. Eu do meu celular, nervoso, liguei para pedir auxílio. Como não sabia ao certo a quem procurar ajuda, chamei o 190.Presenciei, muitos gemidos e gritos de dor e susto. Não viamos ninguém desacordado. Quase todos estavam feridos, uns mais, outros menos. Poucos, apenas assustados, porém, engrossavam aquele coral tenebroso, ao qual presenciávamos.
Em pouco tempo chegou o socorro, a situação foi resolvida. Continuamos a seguir nosso rumo, após este cruzamento difícil em nossas vidas.
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